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01/09/2026

Virei performática? Como faço pra sair desse circo?

"Se não fosse pra postar isso, você ainda faria?"
Antes de mais nada... Oi! É, eu sei. Nem vou me justificar mais a essa altura do campeonato, pois é figurinha repetida. Muitos comentários a responder, minha vida não está lá essas coisas, não tenho mais estado tãããão animada com blog de uns tempos pra cá, etc etc etc etc etc

Segundo que não imaginava gostar de The Amazing Digital Circus, a ponto de colocar um gif de algum dos personagens por aqui.
Sim, não dava um real e achava que essa animação era mais um viralzinho de internet; sim, quebrei a cara; sim, chorei horrores em vários momentos; sim, o Caine é meu personagem favorito porque ele é dublado pelo Guilherme Briggs, porque se tivesse assistido o original logo de cara eu não teria gostado tanto quanto gostaria (sendo que a princípio não dei um real pela animação e deixei rodando de plano de fundo, dublado mesmo e deu dois segundos tava amando tudo HAUSHAUSHAUHSAUHSHUAHSAUHS).

Enfim.
Vamos ao que interessa, que é o motivo pelo qual coloquei esse título.

13/05/2026

Não quero saber pra onde caminha a humanidade! Quero saber pra onde vou caminhar!

Olááááááá! Eu acho?

É, sei... Meu último post não foi nada animador.
Minha vida na real está meio monótona e não mudou muito de todo modo. Minha saúde mental tá por um fio de estar esmagado, a administração do meu trabalho não vai mudar e só estou no emprego pela grana atualmente e pelas pessoas legais que ainda residem. Mas tbh? Não espero mais porra nenhuma. Não espero mais nada pela humanidade, só aguardo mesmo por um meteoro.

Não serei hipócrita também. Tenho tentado fazer mais coisas por mim, tenho passado mais meu tempo fora das redes (que não são mais sociais há um bom tempo), tentando fazer minha rotina e minha vida mais leves. Infelizmente, a internet nos deixou mal acostumados a performar o tempo todo e isso é uma bosta! Já tenho que fingir no meu trabalho, não preciso de mais um lugar pra performar, então, larguei mão. Tenho feito uma limpa no meu Instagram, seguindo mais meus amigos e pouquíssimos influencers e focando mais em postar coisas porque eu quero e me sinto confortável, mesmo o mundo sendo uma bosta e que a gente tem tomar cuidado 5x mais com o que fala, com o que posta, com o que vê etc.

É chover no molhado dizer que sinto saudade dos tempos mais simples, que eu gostava de compartilhar coisas porque de fato queria. Mas hoje em dia não consigo sentir outra coisa se não achar que tudo é uma bosta, tudo é monótono, um ciclo automático, um fingimento sem fim... Enfim, mais uma vez (e mais um post) cansada. Então, viver a vida um pouco mais reservada, sem tanta performance e aesthetic, me faz um pouco melhor! Não o ideal, mas o suficiente pra minha saúde mental e física não virarem fumaça de vez.

Espero algum dia voltar com um post mais feliz. Mas enquanto o mundo tá um caos, com um frenesi de informações e eu cada dia mais infeliz com meu trabalho sem saber pra onde vou ou que pretendo fazer se eu quiser chutar o balde de vez, vou tentando me agarrar ao que me resta de felicidade: meus hobbies, meus amigos, meus planos que quero executar, porque nem "planos pro futuro" posso chamar, né?

Um post confuso, sem muita revisão nem nada.
Pelo menos não é IA!

Um beijo e até uma próxima ;*

22/03/2026

Infelizmente esse dia chegaria, mas...

Cansei. Cansei do meu local e das atitudes do trabalho.

Não me levem a mal. Eu adoro o que faço, adoro as pessoas, os colegas... Mas amo mais ainda quando estou fora do ambiente em que me cerca. Não dá mais. Sou praticamente um mouse humano! Minhas opiniões não importam, tudo é desorganizado e ainda tiveram a pachorra de falar que eu não sei gerir meu próprio tempo quando não consigo entregar com a "agilidade de antes", se eu rebato acham que sou a reclamona.

Engoli, aturei. Parece que, além de ter que aturar gente do meu ciclo social que tira minha paciência, tenho que aturar chororo de trabalho. Se tá achando tão ruim assim, por quê não me demite? Ahhhh, deve ser porque não tem outra tonta pra me substituir, né? Afinal de contas, a IA não deu certo, tem que ter UMA HUMANA no recinto??? Ora ora!
Eis que percebo que, além de não receber o que realmente mereço pelo trabalho, de uns tempos pra cá notamos (no plural mesmo porque não fui só eu que notei. Olha que coisa, depois é a gente que é louca) que caiu venda, caiu produtividade, caiu mais ainda a comunicação. Honestamente? Cansei. Se surgir outra oportunidade? FUIIIIIIII! E se for demitida? Passou a ser esperança.

Parei de ser a profissional excelente. Passei a ser mediana; como sempre fui a vida toda, já que desde nova nunca fui o exemplo da família, nunca fui a melhor da classe, nunca me destaquei em nada.
Caí naquele conto do vigário que "o trabalho digna o homem", "trabalhe com o que gosta e nunca trabalhará um dia na sua vida" e esses papos de coach barato. Realmente, o mal do mundo tem sido esse excesso de produtividade, consumismo e os caralho. Depois de escrever esse post (nota: sei que estou devendo comentários, me perdoem porque gosto de visitar o blog de cada e deixar o comentário resposta por lá e não na minha caixa de comentários), me sinto mais leve e senti a necessidade de desabafar sobre isso.

Por isso que, além das metas de ano novo (do post passado), decidi de uma vez por todas voltar a ter hobbies pra não enlouquecer. Performar cansa demais, pagar de excelente o tempo todo estressa, ser mais uma é um desgaste físico e mental muito grande.

Não sou ingrata, porque lembro de toda minha jornada pra entrar na minha área de formação e, de 90% da minha sala, apenas eu e mais meia dúzia conseguimos entrar no mercado de trabalho em nossas áreas. É, infelizmente, considerado privilégio. Mas de que adianta se esse privilégio tira minha paz também? Há momentos que reflito se não era mais fácil desistir e ir pra qualquer outra coisa. Queria optar pela paz interior de uma vez por todas, mas infelizmente ainda não posso me dar esse luxo.
Enquanto não me aparece outra oportunidade, sigo minha jornada. Não que, se existir a próxima, vai ser diferente e talz... Porém, não imagino mais crescer na carreira neste lugar atualmente.

Prometo que o próximo post será mais feliz ♥
Só queria desabafar e atualizar quem ainda lê este blog.

Até a próxima!

08/01/2026

2026, decidi fazer as pazes de vez comigo mesma e o tempo

Olá!
Feliz ano novo, minha gente! Primeiro post desse ano ✨
Quis abrir de vez meu coração porque já quero cumpri uma meta, que pra mim é, grande: fazer as pazes comigo mesma.
 
"... Faça do tempo, seu melhor amigo"
Dr. A* - mais conhecido como meu psicólogo, que faz algum tempo que partiu deste plano.


30/12/2025

Tentando me planejar pra 2026

Desde outubro, quando tirei uma semana de férias, refleti muito sobre mim mesma.


A verdade é que desde antes da pandemia, não me sentia feliz com nada. Vivia no automático.
Todos do meu ciclo estavam vivendo suas vidas e eu me sentia muito atrasada com tudo e o fantasma da comparação retornou. Me sentia um lixo de pessoa. Nada me motivava, preferia ficar isolada, inventava umas desculpas, vivia na minha porque "não tinha novidades pra contar".
Estava desempregada, não colhia os frutos de nada do que fazia (foi aí que me liguei que meritocracia é o caralho e vivo numa família que acredita nisso), larguei a mão de hobbies artísticos e pensava que "nada do que faço tá bom, então, foda-se não vou fazer nada". Até então, foi assim.

Achava que o problema era (unicamente) dinheiro. Passou um tempo, pandemia veio, um tempo depois consegui um emprego. Pensei que seria a solução dos meus problemas (spoiler: só que não); Não me paga o que realmente o mercado oferece, mas pra quem não tinha mais 1 real no bolso, quaisquer mil era lucro.
Não existe almoço grátis mesmo. Tive que aturar pessoas falando asneiras e duvidando da minha capacidade (nota mental: nunca acreditar em quem nunca abriu um Photoshop na vida), chorar no banheiro do trabalho, sentir cansaço mental por ter que mascarar que queria voar no pescoço do cliente que insistia em vir na nossa sala quando era proibido, etc etc etc etc etc etc etc etc... A única coisa que me dava motivação de me deslocar eram as amizades que fiz... Porque se for contar o resto, era melhor ficar em casa (porém não ia ter grana, oh lord). Conseguia comprar minhas coisas finalmente sem passar sufoco? Pagar minhas contas? Ter um pouco pra poupar? Sim para todas as alternativas. A saúde financeira ia caminhando até que bem. Mas e a saúde mental? Onde ficou? Minhas motivações, minha vida de antes? Meus sonhos? Se viram perdidas no limbo da minha mente.

Falta pouco pro fim do ano. Sinceramente? Não tenho mais otimismo pros clichês de fim de ano. Digo: eu amo as festas, o sentimento de mais um ano concluído, ritmo diferente... Mas não tenho mais esperança de um ano diferente de todos. A menos que tenha uma drástica mudança, um 360º ou qualquer coisa assim. Minha vida nesse 2025 (e anos anteriores a esse) não foram totalmente uma merda, pois sempre me agarrei a momentos maravilhosos, piques de alegria e dopamina de vez em quando, alguns consumos (das quais não deveria me orgulhar, mas vocês entenderam) de desejos realizados e afins. Porém, cheguei no ponto que por fora me sinto ok e por dentro oca. A única coisa que me salvou foi de pouco em pouco voltar a fazer coisas manuais, ter um tempo mais offline e limitar meu tempo frente às telas, porque é notório o quanto me faz mal e tenho perdido tempos precisos da minha vida.

Meu corpo atual está mostrando finalmente seus sinais ruins: partes do meu físico que não estão do jeito que quero (infelizmente ligo pra estética, me perdoa sociedade), meu cérebro está derretendo, me sinto desanimada, faz anos que não faço um examezinho de sangue, tenho comido mais porcarias do que devia, meus cabelos ficando mais ralos, não usufruo de nada do que compro com meu trabalho pois minha preocupação é meu sono estar em dia (e não está também lol), meu mental tá colapsando, enfim... Sendo honesta, não dá mais pra ser assim e principalmente: não quero mais estar nesse lugar.

A verdade é: voltei a ser desorganizada, voltei a ficar procrastinadora, voltei a minha antiga zona de conforto de "se eu não fazer nada, nada vai sair errado", voltei a não ter constância. É péssimo, eu sei.

Feliz com tudo o que conquistei até aqui, apesar dos pesares, mas sinto que poderia estar melhor e sinto que tenho muitos pontos a melhorar. Não tenho uma perspectiva otimista pros próximos anos, mas não significa que não possa viver o que dá pra se viver. 

Esse é meu último post do ano! Desejo à quem ler, uma ótima passagem e que tenhamos um ano mais de boa... Se é que é possível!

29/06/2025

O fracasso de ser adulta funcional e recomeçar não é tão simples...

Errrrrrr... Oi, eu acho?

Pois é, eu sumi uns meses, né? Me perdoem. Hehe. Mas a real é que preciso abrir meu coração pra vocês, pois é um sentimento meio ruim que venho tendo há alguns meses... Ultimamente, ando tendo muitos sentimentos de conflito comigo mesma com relação ao meu trabalho, vício em telas, sem motivação alguma e tudo mais.

Quase sempre entrava aqui no blog, tentava escrever alguma coisa, mas nada saía. Me sentia forçada, desanimada e nada fluía. Era mais fácil ficar scrollando a tela do celular que "ganhava mais". Coitado de quem comentava e não recebeu respostas. Peço desculpas, gente D:

Bom, depois de meses, como podem ver desde a última postagem, venho tentar novamente escrever o que ando sentindo, como tem sido minha vida pacata etc etc etc etc etc.
O que me fez ter uma "autocrítica" comigo mesma foi quando notei que eu ia comprando tudo o que sempre quis mas mal tinha tempo (de qualidade) e ânimo pra conseguir usá-los, uma lista de jogos enormes comprados mas nunca jogados, um quarto bagunçado (não a nível de Acumuladores Compulsivos, mas muita coisa fora do lugar), Nertflix que pago mas faz um tempo que não paro pra assistir nada e do nada estar em Discord com amigos e capotar do nada (eu simplesmente não lembrava de deitar na cama E DORMIR).

04/11/2024

Desânimos, cochilos, mudanças...

Olá, pessoas!

É, faz um tempinho que não dou as caras aqui.
O motivo desse post nem é pra fazer um compilado ou atualização, mas sim, "desabafar" (não sei se exatamente posso dizer com essas palavras).


Fazem algumas semanas que ando tendo um desânimo com as coisas: carreira, relacionamentos, gostos pessoais e afins. Essa reta de final de ano costuma, pra mim, ser um clima leve de festas, de mudanças e reflexões... Mas por algum motivo estou sentindo um certo desânimo, a ponto de todo final de semana me sentir muito sobrecarregada, chateada, de querer sempre estar descansando. Não tenho conseguido arrumar minhas coisas da casa porque penso que seria muito mais produtivo fazer coisas pra mim, como me dar o luxo ao descansar bem. Mas não me sinto nenhum pouco satisfeita e senti que, no momento, me afastar um pouquinho só das pessoas, é necessário. Nada adianta se não estiver bem e querer me socializar com cara de acabada, emburrada ou qualquer coisa do tipo. Não ligo de responder mensagens ou fazer a social do trabalho (até porque não tem como fugir no trampo pois os boleto tão aí), mas ir além disso, pelo menos até o presente momento, já é um além do que estou conseguindo me segurar no momento.

07/09/2024

A falta das verdadeiras redes sociais

Oi.

É, eu sei... Faz uns meses que sumi, né? É aquela velha história da jovem adulta cansada: trabalhando y trabalhando. Também curtindo um pouco a vida lá fora. Mas vou ser honesta também que não consegui sequer pensar no blog e ter algum ânimo, visto que não tenho mais nada a compartilhar de tããããããããão importante, a ponto de parar pra me sentar e digitar. É, eu sei. Triste, pra dizer o mínimo. Mas hoje é feriado e resolvi parar pra escrever um pouquinho. Acordei tarde, assisti um pouco de Judô Paralímpico, fazendo uma faxina ao mesmo tempo... Pois é, faz tempo também que não tem um post não tão planejado e sendo postado de uma maneira mais espontânea.

Tenho muitos rascunhos, mas muitos não fazem mais sentido ou não sei como dar continuidade. Será que é assim a vida da jornalistas? Esses dias que teve Olímpiadas, eu acompanhei o canal da Fernanda Gentil. Ela mostrou a loucura que foi gravar e pensei "putz, ser blogueira old school é fichinha" (em tempo: é óbvio, NÃO é minha profissão, posso fazer com muito mais tranquilidade e é um hobby). Enfim, brincadeiras à parte... Esses dias vi que o (ex)Twitter foi bloqueado aqui no Brasil e isso me fez refletir sobre a antiga internet que eu tanto gostava. Eu sei, outros tempos, outras formas de consumo. Mas a real é que já devo ter mencionado em algum momento que redes sociais não são mais "redes sociais" há muito tempo. Tudo virou vitrine, tudo virou publi, não consigo sequer ver o que meus amigos pessoais postam porque tudo é engolido por algoritmos ou meus amigos viraram low profile à força porque "ninguém vê, logo, não postarei".


Vejam bem, não sou contra ter perfil que é vitrine, até porque tem gente que tem negócio e tudo mais... Mas ao mesmo tempo acho um saco tudo ser sobre produto, compra, consumo! Só queria ver vídeo de amigo meu indo pra show, indo comer um x-tudo, curtindo um novo hobby, essas coisas. Agora tá tudo tentando conectar a grandes outdoors, perfis que não sei como cargas d'água chegam até mim, jogo de aposta etc. PQP, sabe? Eu sei, pareço uma velha chata e conservadora, mas tem horas que fico realmente pensando "mano, cadê aquela época que a gente só queria mostrar algo legal pras pessoas???".

Tinha desativado o Facebook e abandonei minha conta do Twitter. O motivo? Basicamente o mesmo. Propaganda, publi, influenciador fazendo de tudo pra chamar atenção (mesmo que de maneira negativa), postagens toscas, hate bait... Não tem nem pra onde correr direito, só larguei porque simplesmente não consigo mais ficar nesses lugares. O único lugar "suportável" ainda pra mim está sendo o Instagram, mas tive que filtrar muita coisa pra não ser afetada por essa onda de merda.

17/03/2024

Sobre desânimos entre o "estar tudo bem estar assim de vez em quando" e "estar esgotada"

Desde o começo desse mês tem sido um desgaste.

Parece que algumas coisas deixaram de fazer sentido, outros dias apenas estão atarefados de trabalho e outros eu simplesmente vivo no modo automático. Vida adulta é realmente uma bosta. A gente acha que alcança a felicidade tendo um trabalho minimamente descente, estar sempre produtiva, riscar um trilhão de metas e ainda virem encher a porra do nosso saco, como se o mundo fosse um grande meio corporativo de metas, metas, metas e mais metas.
Ninguém está nem aí e nem sei se deveria. A real é que tá todo mundo nos seus corres, mas sempre tem um arrombado pra achar que é o floquinho de neve, o especial, a prioridade, o tudo é pra ontem. Vontade de gastar um réu primário, né?

Faz um mês que ando empacada com um projeto paralelo, afim de ajudar uma amiga. Espero que ela não ache que estou enrolando, embora eu já tenha tido um trilhão de ideias e rabiscado algumas delas.
Faz algumas semanas que não vou no mercado, pois além dessa onda de calor dos infernos, parece que os produtos que mais gostava de comprar sempre estão em falta ou não estão sendo mais repostos porque "poucas pessoas consumem" (talvez eu e mais uma meia dúzia) e só queria meu cházinho e meus pães de sempre.
Faz um tempo que queria fazer algum curso de costura, um cursinho de curta duração (desses da Domestika mesmo), talvez até encarar alguma academia e afins... Mas estou cansada demais justamente pelo desgaste desse mês, que parece o mais puro suco do caos e não estou sabendo lidar a não ser querer puxar os cabelos dos representantes e do chefe (mesmo eles sendo gente boa, tem dias e dias).
Faz tempo que preciso faxinar e dobrar minhas roupas mas morro de preguiça de fazê-los.
Só tô conseguindo lidar com o caos mental porque estou descontando tudo em Genshin Impact e The Division (que estou aprendendo a jogar, mas péssima pra jogos de pew pew pew).

Enfim.
Só queria fazer um post de domingo afim de desabafar. Esse post não foi nenhum pouco planejado, mas acho que precisava desse espaço. Provavelmente terão erros gramaticais, nada faz sentido, nenhuma imagem bonitinha, etc etc etc. E queria mandar um vsf pra esse calor dos infernos. Não aguento mais me coçar por causa dessas ondas infernais.

Acho que talvez eu esteja precisando de paz (e um cochilo). Mas acredito que ok estar assim de vez em quando, mas parece que estou esgotada a todo momento... Se é uma fase ou não, talvez saberei quando tirar uma folga. Talvez depois desse "desabafo", se é que posso chamar assim, me sinta melhor. Apesar que é graças a este blog que ainda tenho o mínimo de senso.

Até breve. Espero que eu esteja melhor.

03/02/2024

Sobre tempo e deletar arquivos antigos

Enquanto estava colocando meus arquivos no drive, aproveitei fazer uma limpeza junto. Afinal de contas, até o mínimo dos espaços são úteis nesses casos.

Muitas coisas da época da faculdade que ficaram muiiiiiiiito datadas, não vi motivos de guardar. Salvei somente poucas coisas, como algumas ilustrações e trabalhos que me marcaram como estudante e profissional. Por incrível que pareça, achei que seria difícil selecionar, mas talvez pelo fato de estar cada dia me desapegando e fazendo esse exercício um pouco todo dia, me ajuda a de fato selecionar melhor o que vai e o que fica. A mesma coisa pra fotos. Algumas fotos eu sequer lembrava porque estavam ali e não me causavam nada... Ás vezes uma coisa ou outra eu ficava na dúvida, mas decidi ir pela minha regra de "registrei porque era um momento especial ou só registrei pra guardar?" e caso seja a segunda opção: excluir. Entendo que o digital nos ajude a registrar coisas com mais facilidade, mas percebo que isso no fim das contas também pode me atrapalhar muito e acumular coisas que, no fim das contas, nem sei se vale tanto a pena assim. Tem fotos que sequer sei porque estão ali, porque é tanta informação guardamos que no fim vira um caos e a gente nem se lembra do porque. Desde que eu adotei uma vida mais clean (não necessariamente minimalista), coisas que me acabam ocupando espaço e me trazendo um sentimento de "nossa, sério mesmo que preciso PARAR pra excluir alguma coisa pra entrar outra?" eu já tenho vontade de jogar fora na hora.

Mas preciso confessar que uma das coisas que notei enquanto eu fazia isso era a passagem do tempo em algumas fotos. As mais antigas eram poucas, enquanto as presentes tinham aos montes. É muito louco pensar que vi a internet evoluir e vi como as coisas na internet passam de forma tão rápida e até "descartável", dependendo do ponto de vista.
Redes sociais não são mais tão sociais assim, fotos ficam acumuladas e esquecidas nas galerias, um monte de arquivos que só usamos em um momento e depois vão com deus. É bem triste, porque sempre quis usar a fotografia, os arquivos e tudo mais como uma forma de registro e não tão momentâneo. Bem, talvez isso tudo seja um grande reflexo social e eu que tenha que lidar com todo cansaço mental (de excesso de informações) e que daqui pra frente o básico sempre funciona: o menos é mais.
O lado "bom" de estar passando por esse momentos é entender o que é de fato importante, como vivemos, as boas memórias e afins. Nem tudo precisa ser uma foto lifestyle, uma foto aesthetic e afins.

Atualmente estou usando um notebook (em breve conto mais dele aqui, por enquanto, fiquem com a saga do PC gamer) e tenho notado que realmente algo mais clean me ajuda a ter mais dinamismo, mais calmaria e que eu poupe minha energia e tempo com coisas que vão ser realmente úteis, principalmente quando digo em relação a ter um tempo de qualidade pra mim mesma e pra minha forma de produzir.

Sei que tudo na internet é muito mais rápido... Mas e seu tempo de qualidade em off? Vai bem?

11/11/2023

Me afastei da arte, mas quero ir ao seu reencontro

Cá estou eu arrumando meus mil e um cadernos. Todos comprados, todos vazios praticamente ou só com uns rabiscos bem "zoados" (e não é nem falsa modéstia, são só tentativas de tentar forçar alguma coisa) e algumas colagens e escritas.
Desde o final da faculdade eu não desenho com aquela mesma frequência... A verdade é que não faço um desenho grandioso, usando materiais de desenho que costumava comprar e tudo mais desde essa época. Sempre gostei de desenhar pra mim, sempre me vi desenhando... Mas sabemos como a vida é... Sabemos como as coisas funcionam nessa sociedade de merda que vivemos. Vou ser sincera: meu maior erro foi de começar a publicar desenhos na internet. Eu achando que seria legal, assim como tudo o que começo, mas no fim, minha página de desenhos no Instagram virou só mais um lugar de portfólio, um lugar só pra "ter algum contato pra network"... Não é mais uma página onde digo "caraaaaaca, olha onde meu trabalho evoluiu" e coisas assim. Só virou "mais uma página", meu ânimo pra desenhar infelizmente se encontra na UTI respirando com a ajuda de aparelhos.

Gosto do meu trampo, mas infelizmente ele não é de criação propriamente dita. Vivemos de cópia e do que outras marcas fazem. Entendo que é por questão de público alvo, mas continuo achando uma merda (mas preciso de grana no fim do mês). Tem o fato que as coisas tem ficado muito descartáveis: Inteligência Artifical, desenhos pra agradar algoritmo, etc... Sei que o tempo é algo precioso, mas sinto que a jornada não tem sido mais proveitosa. Talvez no fim das contas eu seja mais uma das mil e uma artistas frustradas, que vai operar uma máquina. Sou mais uma das mil e mil contaminadas por um "perfeccionismo" que não existe, então, o melhor a se fazer é não fazer nada. Meus cadernos não os toco faz anos, meus materiais artísticos que tanto sacrifiquei pra comprar não estão sendo usados... Tudo voltou-se à coisas do dia a dia. A real é que gostaria muito de voltar a ter a minha paciência de antes, de pensar em composições como antes, de criar como antes... Sem toda essa maracutaia de "preciso agradar uma audiência". Sinto que preciso criar uma nova rotina além do trabalho.

Acredito que redescobrir meus hobbies poderia me ajudar de alguma forma.
Sei que parece papo de velha, mas realmente nesse ponto sinto falta das coisas serem mais simples e genuinamente autenticas. É foda.

03/09/2023

Como fazer uma limpa nos seguidores (e quem sigo) do Instagram me fez ser mais eu mesma


Não é novidade pra ninguém que deixei de ser uma pessoa que alimentava freneticamente a todo instante as redes sociais. Até então, nunca tinha muita noção dessa coisa de postar coisas na internet, eu postava porque eu acharia que seria bacana compartilhar quase tudo da minha vida... Mas né, a vida passa, os tapa na cara da vida vem e cá estamos aqui, sem um pingo de paciência. Tudo o que vejo é muito mais o que os outros produzem do que eu mesma produzir.

É muito louco que quando eu dizia que postava selfies, fotos minhas mesmo nas redes, parece que essa parte da minha vida nunca existiu. Mas sim, ela existiu de fato. Numa época que não existia filtro ou tinha noção sobre a noção de beleza, eu era uma adolescente qualquer. Talvez se eu tivesse continuado loucamente, seria alguma influencer? Não sei, sendo bem honesta, não aguentaria o preço da fama não. Não tenho paciência, sou escrota pra caralho (LOL), seria facilmente cancelada porque é certeza que na primeira oportunidade eu daria uma patada em alguém.

A verdade mesmo é que depois de decepções amorosas e de amizades que achava que era amizade, não tive mais vontade alguma de compartilhar, desde 2013 (!!!!!!!!!), as coisas da minha vida pessoal. A partir disso, praticamente tudo virou um gatilho, um desânimo, um vazio. Junta o fato que minha paciência foi ficando cada vez mais curta, fui notando que fazia um total de zero diferenças postar ou deixar de postar, visto que os apps só mostram quem dá mais engajamento... Ou seja, cansei de postar... Pros outros! Cansei de ficar organizando stories, carrds e afins. Isso me deixava triste, porque a coisa que mais gostava era personalizar as coisas, não importasse se alguém visse ou não, se interessasse ou não.

Passou alguns anos e, nesse começo de ano, resolvi dar o passo de deixar realmente meu perfil pessoal trancado PRA SEMPRE (se algum dia precisar, eu faço outro perfil) e tirar pessoas que só fazem volume no meu perfil. Cansei de volume, cansei de biscoitagem, cansei de gente que real só está lá pra ver "o que ando fazendo" pra ver se está melhor do que eu, cansei de gente que só finge que se importa quando sei que claramente não se importa de fato e também cansei de seguir só pra fazer a simpática. Estou farta! Passou mais de uma década e me podei porque só pensava "o que vão achar de mim" porque tudo era motivo. Tirei mesmo e não faço mais questão! Like e follow agora é de quem realmente se importa!
E dito isso, finalmente, depois de anos, voltei a ser eu mesma. Repaginada, mas ainda assim eu mesma. Posso postar stories sem medo de acharem que posto demais ou de menos, por postar selfie tosca, foto que não é aesthetic (ou sim, why not), postar as bobagens que sempre gostei de postar. Vocês não sabem o prazer, e conforto, que é estar de volta!

31/12/2022

Um rápido "Feliz Ano Novo"

Meu ano foi um misto de frustrações e conquistas.

Foi um ano bom, mas infelizmente o saldo é mais negativo que positivo. Estranho dizer isso... Mas independente de qualquer coisa, sempre torço para que ano que vem seja sempre melhor. Um passo de cada vez, um processo de cada vez.

Agradeço as pequenas conquistas, mas não sou grata as grandes frustrações. É isso.
Bom 2023 pra vocês, que seja um ano incrível, leve e de grandes conquistas ♥

Até ano que vem!

26/06/2022

Fracassada

Todos os dias me sinto fracassada.
Fracassada por tentar sempre meu melhor e nunca ser chamada pra uma vaga de emprego, fracassar por não ser a melhor pessoa que poderia ser, fracassar porque não tenho dinheiro o suficiente pra comprar determinadas coisas mesmo sendo organizada com finanças e ter que fazer todo tipo de malabarismo, fracassada por ter falhado em passar na prova do Detran (mesmo muita gente falando que é até "normal" não passar de primeira)...

Tem sido sim dias muito complicados, emocionalmente falando.
Odeio estar enfurnada numa casa que não me sinto mais a vontade, não estou com energia o suficiente pra fazer nada do que quero, me sinto arrastando as coisas com a barriga o tempo todo porque não vejo mais perspectiva e ainda tenho a impressão das pessoas me acharem preguiçosa (mas segurar minha mão que é bom, nada) ou se questionando do porque ainda não atingi minhas metas.

A verdade é que tá tudo uma merda desde sempre e nunca quis admitir, achava que conseguiria levar tudo numa boa... Mas agora é oficial: não aguento mais fazer malabarismo, comer migalha (não literalmente falando), ter que ficar aceitando qualquer coisa pra não ficar parada e ainda ter que lidar com minha insegurança que tá me assombrando novamente nesses tempos mais complicados.

Tentando ter uma relação mais saudável com as redes sociais, mas a rede "offline" não tá boa também. Como conciliar? Só lidando e engolindo a seco mesmo.

É isso.
Um desabafo aleatório só pra tirar os pesos das minhas costas e da minha mente.

Um bom domingo pra quem ler!

29/05/2022

Monótono domingo

Um post sem correção e tudo o que passa pela minha cabeça nesse exato momento.
Não vai ter plaquinha bonita também. Lidemos e lutemos!

Uma tarde de domingo, tédio, descanso.
Faço uma limpezinha básica no feed.

Tem gente que não sei porque está ali, porque está (sendo que nem curte, nem fala nada, enfim), gente que não faz mais sentido. Ainda estou no processo, mas diferente do que mencionava antes, eu simplesmente cansei de ficar correndo atrás e fazer acontecer pra dar certo pra algumas pessoas e cheguei numa fase de afugentar curiosos, mesmo com mil ferramentas e essas coisas, prefiro me dar ao luxo de realmente tirar porque não tô afim de fazer malabarismo, me preocupando com vai ver ou deixar de ver.

Aproveitei o embalo, tirei fotos do feed (e 90% só postei com o intuito de postar ali, e hoje em dia essa lógica não faz mais sentido pra mim). "Amontoados de coisas" não fazem mais sentido e não vejo porque ter tanta coisa aleatória, tanta gente aleatória também. É muito louco como até os recortes das redes começaram a me incomodar.

Acho que tô ficando velha chata.
Enfim, acho que os poucos estou me sentindo FINALMENTE mais leve. Sei que essas coisas não acabam tão cedo e uma hora ou outra talvez tenha que ocorrer novamente, mas por enquanto, estou finalmente me livrando do que não faz mais sentido (e quem ainda me faz muito mal e insisto no erro).

E esse foi meu monótono e leve domingo.

04/01/2022

Comecei o ano me sentindo ingrata

Não esperava que a primeira postagem do ano seria de um sentimento ruim.

Estava organizando as coisas e decidi abrir meu Instagram... Fui enxurrada com postagens falando sobre "fazer limpa de seguidores", sobre começar o ano mais leve, sem peso. Já queria fazer isso há tempos, porém, eu sempre travava. Não entendia o motivo (spoiler: no fundo já sabia, enfim), mas não conseguia. Ano vem, ano vai... O estresse e o incomodo sobre algumas pessoas ainda vinham... Mas por educação, ainda aguentava.

Chegou o ano novo, vida nova, novas perspectivas... Pensei "não aguento mais" e resolvi abrir a minha lista e ir tirando algumas pessoas. E tirando mesmo, removendo elas totalmente do meu perfil... Mas tiveram algumas pessoas que simplesmente eu rodava, pensava, rodava, pensava... Engoli seco, e... Tirei. Pois é, o unfollow veio, a remoção também...

Achei que ia sentir alívio, mais leve, mais feliz... E não foi isso que aconteceu.
Me senti péssima, me senti ingrata, me senti uma pessoa horrível... Mesmo sabendo que algumas pessoas realmente me fizeram mal, tenham sido ingratas comigo, que me deixaram de escanteio, que falaram coisas insensíveis... Pensei que seria mais fácil e cá me encontro triste (cheguei até a chorar por um em específico sim, eu seguia meu ex e ele me seguia também e senti dor ao dar um fim nisso). Triste, com sentimento de vazio, dor e de culpa. Pensei que desapegar de pessoas fosse mais fácil, pois muita gente eu realmente não tive pena... Mas outros só conseguia pensar nos bons momentos e travar por isso. Acho que no fundo eu sabia que ia ser complicado e, no fim, me subestimei... Ainda tem algumas pessoas que preciso fazer isso, mas acho que por hoje, basta. Não esperava que fosse demais. Achei que eu era forte e desapegadíssima, a quem quero enganar?

Não sei se eu tinha alguma empatia ou era um mero egoísmo meu, mas tento entender que também ninguém é obrigado a aturar ninguém e têm pessoas que realmente não acrescentam em nada (e quando digo "nada" é "nada" mesmo. Nenhuma postagem, uma foto legal e afins, sabe?). Pensei se postava algo relacionado a isso ou esperava acontecer algo legal pra postar no primeiro post do ano, mas falhei. Precisava botar pra fora. Espero que até o fim do ano eu não me arrependa de ter feito isso, porque afinal de contas, foi uma escolha... Mesmo que dolorosa.

É isso.
Um Feliz Ano Novo pra vocês, que esse ano seja mais gentil conosco.
Acho que vou terminar Jujutsu Kaisen, quem sabe não dou umas risadas ou me distraia... Espero superar isso de alguma forma.

03/05/2021

As máquinas estão se revoltando...

Abril foi um mês capirotesco.


Não teve um único dia que não passei raiva, de novo, com a provedora de internet. O modem inventava de desligar sozinho, reiniciar sozinho, enfim. Tive que dar um jeito e aparentemente, funcionando... ACHO.
Sem contar que teve um post meu (do projeto 30 cartas) que não apareceu no feed da "lista de leitura" do Blogger (sim, sigo meu próprio blog justamente pra ver se tá tudo indo bonitinho) sem nenhum motivo aparente. Tentei postar de novo e não foi, simplesmente. O post dos cadernos foi e esse não. Desisti de entender. O post tá aqui pra quem quiser.

Depois foi a geladeira.
Agora entendo quando as pessoas falam que é mais importante ter esse item em primeiro lugar na lista de compras de um chá de panela ou casamento. SIMPLESMENTE PORQUE É INSUPORTÁVEL ficar sem gelar os alimentos. Muita coisa tive que jogar fora, outras tive que comer em tempo recorde num único fim de semana (o bagulho me dá BO numa sexta)... Muitas requentei mil vezes no forno. Não fica a mesma coisa, não tenho do que reclamar de ter uma farta geladeira, mas ser obrigada a ter que esvaziar porque o negócio não gelava e começava a estragar aos poucos era desesperador.

Como se não bastasse no mesmo fim de semana: a máquina de lavar não tava lavando direito.
Simplesmente o centrifugador só ia pra um lado, quando a máquina daqui de casa lava pros dois lados... Senhor...

Eu tô começando a achar que a revolução das máquinas vem.
Isso é só um aquecimento.

31/12/2020

Um ano muito louco da qual gostaria de esquecer

... Mas que não vou esquecer tão cedo assim



É, amigas e amigos. Chegamos ao fim do ano. Uma vitória, ou melhor, sobrevivemos. Na real? Que ano mais blasé. Tinha de tudo pra dar certo, mas não. A rasteira da vida tá aí pra provar que as coisas não se resumem a termos controle das nossas metas e muito menos das consequências ao redor.

Foi o ano que provei que estava certa: tem gente que não vale o álcool gel que compra. Que só damos atenção ao que nos convém e foda-se o próximo. Foi o ano que vi que não dá mais pra ficar "sobrevivendo". No fim, só vejo que funciono sozinha porque não me sinto nem mais à vontade na minha própria casa. Foi o ano que mais me apeguei aos meus valores.

Em compensação foi o ano que mais produzi, que mais botei meus projetos pessoais, que estudei sobre finanças pessoais e marketing, que tracei estratégias pra minha vida, renovei um curso e comprei mais um e escrevi muito pro blog. Os "rascunhos" foram meu melhor amigo, se não o melhor, este ano.

Me pareceu um ano como todos os outros, porém, com esse tom de agressividade, melancolia e piadas trágicas para rir de nervoso.

O que podemos melhorar de fato daqui pra frente? Sinceramente? Boa sorte pra todos nós. Não sei o que esperar. Sigo em frente apenas. Feliz ano novo pra nós. Vamos precisar e estamos precisando demais.

Vamos 2021!
2020 deu risada da nossa cara e já tirou muito de nós.

01/09/2019

Há coisas que são como água e óleo

Olá, seres! Tudo bem bom?

Tava aqui fuçando meus rascunhos, 0 ideias e afins. Eis que estava "ouvindo" um vídeo aleatório falando que hoje em dia era impossível separar profissional e pessoal, já que com a facilidade tecnológica, você pode conversar a qualquer hora e em qualquer lugar com alguém. Sendo honesta, essa ideia me soa muito como "você deve estar disposto(a) o tempo todo" e, na minha humilde opinião, isso não me soa saudável e muito menos benéfico. Já devo ter mencionado (e procrastinado pra escrever um post mais a fundo? lol) que separei minhas contas pessoal x profissional. No começo, também achava que era impossível separá-las. Afinal, todo mundo me encontra e a própria rede social já a indica caso alguém segue uma pessoa e aparece como sugestão de pessoas pra seguir.

Bom, o fato é que, no começo, realmente pensei que seria tranquilo eu me adequar aos novos tempos não é mesmo?
... Que pena! Só que não!


25/08/2019

Frustrada

Olá, seres deste e de outros universos. Tudo bem bom?
Comigo, mais ou menos.


Estou escrevendo isso, sem muito roteiro, sem muito rascunho... Provavelmente vão ter alguns erros, algumas palavras fora de lugar ou que não vão fazer sentido depois que postar isso. Apenas senti que precisava "desabafar" (na real nem é, é só que não tenho onde postar) que... Estou sem criatividade. É. Sem criatividade pra nada! Além de não estar na minha melhor fase, tô frustrada, tudo que eu queria é que as coisas fossem um pouco mais fáceis, mas a real é que sei que a vida já me botou pra jogar no hard e tudo o que recebo é vários nadas. Desses "vários nadas", nenhum fruto de nenhum esforço só me dá a entender que tudo o que eu faço é em vão (ou querem que eu pense assim espero ser essa opção, mas difícil). Enfim, só sigo minha vida. A real é que dá vontade de jogar tudo pro alto e ir morar em algum lugar nas montanhas, deletar TODAS minhas redes sociais, sumir pra algum retiro, fingir que ninguém me conhece, sei lá, qualquer coisa assim pra ver se sai alguma coisa.

Mas vou sobreviver. Só precisava vomitar isso aqui e lembrar que "a flor que desabrocha na adversidade é a mais rara e bela de todas"... Mas tá complicado, sabe?

É isso. Post curto de desabafo (inédito). Sigo vivendo frustrada (espero que por enquanto).