19/08/2023

Croissant, hábitos não rotineiros, filme da Barbie e planejando comprar um PC e um Switch

Oláááá! Tudo bem bom?

E lá vamos nós para mais uma postagem mais "fresca", sem floreio e rodeio, etc etc etc. Bem casual, como quem não quer nada brinks, nem é... A verdade é que sentia falta de dar uma pausa, de escrever alguma bobagem ou sei lá, algo mais complexo como escrevia muiiiiiiiiito antes de cumprir com obrigações da vida adulta, assalariada, universitária e afins... Como bem sabem, o Instagram não me proporciona a mesma sensação mágica porque hoje em dia, tbh, ninguém para pra ler as coisas e não consigo parar de escrever textão sabendo que 99% de quem visualiza não lê, então, já me conformei com o fato de que escrever "qualquer coisa" por lá não faz muita diferença, infelizmente.

Vida assalariada, corrida, sem tempo irmão.
Não vou mentir que tem me proporcionado experiências maravilhosas, fazendo minhas vontades e tudo que me foi "negado", mas também não posso fingir que tudo são mil flores.

Enfim. De qualquer maneira, vim trazer um postzinho sem compromisso, bem diário... A começar que assisti o filme da Barbie. Pois é, depois de praticamente 3 anos sem ir, coisa que fazia MUITO MESMO antes da pandemia, uma amiga minha virou e falou "gente, precisamos ver Barbie no cinema". Quando vi o trailer não vou mentir que achei ele bem feito e divertido e esperando ser um filme com uma vibe "Sessão da Tarde", era tudo o que precisava, e levando em consideração que minhas semanas tem sido cansativa também... Não preciso dizer que o filme era o que esperava, mas também não! Fui surpreendida positivamente com músicas (se você não cantarolou a música do Ken durante uns dias, só desconfio de ti), piadinhas nada infantis, críticas sociais foda, reflexões e choro. Muito choro. Real, eu não esperava chorar por um filme live action de boneca, ainda mais sendo mulher numa sociedade patriarcal acho que foi um sentimento ainda maior. Assisti legendado, mas estou muito afim de ver dublado porque quero saber como as piadinhas foram adaptadas!

Falando sobre semanas cansativas... De acordo com meu LinkedIn, passaram 6 meses desde que fui contratada e, tbh... Ainda não adaptei totalmente a minha rotina de acordar cedo e pegar transporte público. Estou costumada a acordar cedo desde sempre, mas desde que isso era uma realidade na minha vida, só consigo cada vez mais desgostar desse hábito justamente porque não estou acordando cedo porque "eu quero", estou acordando cedo por causa de transporte público e porque simplesmente precisam da minha presença física. Puta que pariu viu, queria ter nascido herdeira pra não ter que trabalhar e me sujeitar a isso... Infelizmente nasci uma reles mortal, então, lidemos não é mesmo?
Apesar disso, é irônico dizer que não tenho do que reclamar, apesar dos pesares. Gosto muito mesmo do que faço e não pretendo abrir mão disso tão cedo (a menos que a vida venha me dar uma rasteira, mas até lá, sigo seguindo) e vamos tentar criar algum hábito novo nesse comboio porque passaram 6 meses afinal e ainda não consigo não acordar "em cima da hora" sem querer matar alguém logo cedo.

O bom dessas idas e vindas de acordar cedo e talz é: a quantidade de vezes que entro em mercadinho pra comprar algo pra comer, nem que seja pra experimentar algo novo, visto que trabalho no centro da cidade e mesmo eu que moro perto de muitos mercados e comércios, ainda assim nada é comparado o centro da capital... Porque cá entre nós, vamos combinar que as coisas num geral estão muito caras, mesmo pro básico. Uma merda. Mas né, às vezes a gente se dá um luxo de vez em quando porque a vida também não é "só isso" e desde que comecei o trampo, um mercado ali da região me salvou no primeiro dia de trabalho, cujo fiz o favor de esquecer minha marmita (na verdade, sequer tinha preparado porque esqueci mesmo) e tive que comprar algo ali mesmo, sem conhecer o ambiente e tudo ali em volta. O desespero, meu pai. Depois dessa lição aprendida, comecei a frequentar alguns estabelecimentos quando me dá vontade de comer algo diferente, que não tem perto de casa... Um mercado 24hrs (que talvez não seja bem 24hrs) além de oferecer produtos que qualquer mercado venderia, tinha uma espécie de cafeteria/lanchonete no próprio estabelecimento, que me causou uma leve sensação de nostalgia: eis que vejo na vitrine, croissant. Era um grande comfort food na época da escola, pois a moça que trabalhava na cantina (que se chamava Simone, muito simpática e gostava de falar comigo sempre que colava por ali) sempre tinha os famosos croissants caseiros dela, que eram deliciosos. O meu favorito era o de frango com requeijão! Pois bem, fiquei me perguntando se era gostoso ou se tinha aquela sensação de requentado... Veja bem, eu adoro ir à cafeterias e os croissants costumam ser bem gostosos, mas nenhum me causa aquela sensação de conforto que tanto gostava, pois às vezes é algo tão gourmetizado que esquecem que o simples também tem seu charme... Eis que, para minha surpresa, era gostoso e lembrava muito o que comia quando mais nova. Tudo bem que eles (re)esquentam na hora porque muito provavelmente ninguém gosta de comer coisinhas de padaria frias e sem textura nenhuma, mas melhor isso que nada, né? RISOS. Claramente não tem o mesmo sabor, textura e feeling do que gostava de comer, mas me trouxe muito conforto ainda assim nessas semanas caóticas porque no fundo, no fundo, precisamos de conforto porque ninguém é de ferro e a vida não é um morango (já dizia Casimiro).

Bom, e pela vida não ser um morango... Estou tentando usufruir o máximo que dá dessa vida de assalariada antes da vida me dar uma rasteira fudida em algum momento, mas estou planejando seriamente em comprar um PC novo e um Switch... Porque afinal de contas, tbh, meu PC de casa está indo com deus e tem travado muito pra fazer mesmo o básico e o console é meramente pra diversão mesmo ASOKASOKOSKAKSAOKSOKA porque afinal de contas, preciso me divertir em algum momento, certo?

É isso.
Até a próxima!

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