"Hello"ween pra todos vocês! Como vocês tem passado?
Olha, as bruxas estão a solta real oficial na minha vida. Minha internet está uó mesmo tendo chamado o técnico, fiquei com febre uns 2 dias e tô resfriada, fiquei sem paladar e olfato (não quero pensar o pior, então, vamos fingir que uma bruxa me rogou maldição, ok?) por uns dias, meus pais estavam doentes, enfim, tudo o que tinha que dar errado deu. Estamos todos nos recuperando nesse momento, mas tô meio p*, mas não posso deixar de fazer a postagem deste mês no blog, visto que peguei convicta um tema e seria chato demais não participar (tirando a chance de outra pessoa) da blogagem coletiva de Outubro (visto que estamos no mês do Halloween, não gostaria de passar esta festividade em branco).
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| Plaquinha que consegui adivinhar metade do spoiler :P |
Para o tema deste mês do Together, vamos fazer um conto! Um conto, contenho algumas palavras que estavam numa lista (o post se encontra aqui) e deveríamos escolher uma sequência delas e escrever algo halloweentísco, não tenho uma ordem (contanto que todas apareçam). O escolhido por mim foi:
Blogueira - Feitiço - Homicídio - Nuvens
Fiquei aqui pensando o "porquê raios escolhi essa sequência?" (não que os outros jogos de palavras tenham algum sentido, não é mesmo?). Pensei se faria algo de crime ou somente assustador... No fim, decidi fazer algo mais "vida real" e não algo muito pesado, já que de uns anos pra cá fiquei mais viciada em true crime, mas né... No, thank u! Já basta de crimes humanos na minha linha do tempo do Youtube. Enfim, vamos checar o que eu criei (ou relatei)?

O ano é 2020. Pandemia. 9 meses e algumas semanas quebradas e essa maldição não passa. Cada vez que scrollo a timeline do Instagram é mais uma blogueira furando a quarentena, tirando foto close errado sem máscara e depois indo chorar as pitanga porque "oh meu deus, fui cancelada". Não aguento mais essa palhaçada! Só queria me reunir com meus amigos para comemorarmos o Halloween e comermos doces e salgadinhos de festa. Estava aqui, preparando minha fantasia de Cientista Maluca, mas infelizmente não vai rolar. Fica pra uma próxima. Não é como se eu fosse morrer... Espero. Fiquemos em casa, mas já estava enfurnada em meu quarto há dias (no caso meses, devido a esse vírus maldito).
Meia noite do dia 30 pro dia 31 de Outubro. Acordo do nada e sinto que há algo. Achei que era só um estranhamento por estar em um novo ambiente, mas senti que havia realmente alguma coisa diferente no ar. Independente de ser impressão ou não, olhei pela janela e a única fonte de luz era a da lua. Estranhei, visto que o vizinho vivia acordado de madrugada e a minha vizinha do outro lado vira e mexe está acordada com seus filhos. O vizinho da frente estava também com as luzes apagadas, o que é muito estranho visto que o conheço e sei que ele trampa de casa, principalmente de madrugada... Mais estranho ainda, pra completar esse combo, era que minha vizinhança estava silenciosa. Os postes de luz do meu bairro estavam mais fracas... Talvez impressão minha novamente? Olho pro céu, vejo algumas nuvens bem densas cobrindo vários pontos, mas não o suficiente para cobrir de parecer que ia chover ou ficar nublado por completo. Coloquei minha máscara e não sei porque cargas d'água resolvi sair para dar uma volta... Lembro que há quase 10 anos, quando me mudei para o atual bairro de SM (obviamente não vou revelar por motivos de segurança), ouvi uma história sobre um acerto de contas... Ou seria um homicídio? Não sei se gostaria de saber o que de fato ocorreu, mas talvez por ter andado por aquelas bandas tantas vezes nunca parei de pensar que a qualquer momento poderia aparecer aquele... Espírito? Alma penada?
Enquanto andava nos quarteirões, o sentimento estranho que senti ao acordar voltou. É como se alguém tivesse me lançado um feitiço, alguma coisa pra me prender naquela situação, uma névoa fina subiu, aparentemente uma neblina. Parecia que tinha coisas ao meu redor, mas não enxergava por causa disso. Isso me perturbou e me encucou, mas segui o baile. Passei novamente pela rua onde havia visto a tal pessoa (que faço num total de zero ideias se era uma trollagem da minha cabeça ou se aquilo realmente estava lá) e não senti nada, não vi nada, nada.
Cansada e sem entender o motivo do que me levou a acordar e sair andando, entrei na rua de retorno pra minha casa e simplesmente deu um berro de brincadeira. O eco, o silêncio. Um silêncio ensurdecedor. Tudo apagado, tudo no mais completo silêncio mesmo com a barulheira que acabara de fazer. As luzes do poste que antes estavam fracas, começam a piscar freneticamente e algumas se apagaram definitivamente. Será que só eu estou viva naquela região ou eu morri e não sei? E segui meu caminho até em casa... Ou não.

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Uau, eu não esperava pegar algo tão atual para ler nesse tema do mês. O mínimo que posso dizer é que fui pega de surpresa na leitura Moh, pois enquanto o primeiro parágrafo não me tira completamente da realidade, a continuidade do texto me fez lembrar de eventos dos quais passei. As vezes eu ficava acordada até tarde observando as estrelas e me atentando ao som do vento e estava tudo tão bem e relaxante, como em outras noites eu estava um pilha de nervos, sem conseguir pregar o olho e qualquer som me fazia virar pedra dado o medo que sentia.
ResponderExcluirQue bom que insistiu na produção dessa peça :)
E te desejo melhoras, para você e sua família. Que esse mês me novembro te afaste dessa maré de coisas estranhas.
Beijos, Snow!