14/02/2020

Bilhetinho de (ex)amor

Em 2009 tive uma pessoa muito importante. Nos apaixonamos... Tudo parecia perfeito. Até acabar, como um sopro. Mesmo machucada, triste, tive que seguir em frente... Me agarrei a coisas do passado...

Até então, deixei guardado um bilhetinho que dizia o quanto o que sentíamos um pelo outro era verdadeiro. O primeiro que foi de muitos. Estava guardado até então... Mas hoje mudou. Tirei tudo da caixa de lembranças. Chorei uma última vez e rasguei. Rasguei com dor, mas depois se transformou em leveza. Foi uma sensação ótima, sendo bem sincera.

É preciso abrir espaço, principalmente interno. Parece que depois de anos, finalmente me senti mais leve.

Até mais, como diria na ficção de Douglas Adams, e obrigada pelos peixes.

Escrito no Google Keep, em uma pausa da minha faxina de ano novo, 2019.

Um comentário

  1. Nada que o tempo não cure, né? Ainda bem!

    Vanessa,
    tristezinhascotidianas.blogspot.com

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