Em 2009 tive uma pessoa muito importante. Nos apaixonamos... Tudo parecia perfeito. Até acabar, como um sopro. Mesmo machucada, triste, tive que seguir em frente... Me agarrei a coisas do passado...
Até então, deixei guardado um bilhetinho que dizia o quanto o que sentíamos um pelo outro era verdadeiro. O primeiro que foi de muitos. Estava guardado até então... Mas hoje mudou. Tirei tudo da caixa de lembranças. Chorei uma última vez e rasguei. Rasguei com dor, mas depois se transformou em leveza. Foi uma sensação ótima, sendo bem sincera.
É preciso abrir espaço, principalmente interno. Parece que depois de anos, finalmente me senti mais leve.
Até mais, como diria na ficção de Douglas Adams, e obrigada pelos peixes.
Escrito no Google Keep, em uma pausa da minha faxina de ano novo, 2019.
Nada que o tempo não cure, né? Ainda bem!
ResponderExcluirVanessa,
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